Um tapete de pólipos verdes que brilham sob luz azul. Talvez o coral mais fácil e gratificante para começar: resistente, vistoso e de crescimento rápido.

Orientação geral; o temperamento individual varia. Clique num vizinho do grafo para abrir a ficha dele.
Forma uma esteira de pólipos de verde fluorescente metálico que reluz sob iluminação azul. Cada pólipo tem oito tentáculos plumosos (é um octocoral) que se abrem durante o dia. Quando incomodado, recolhe os pólipos e mostra a base de tom púrpura a marrom que recobre a rocha.
Um dos corais mais fáceis e recompensadores para quem está começando: cresce rápido, recobrindo rocha e até o vidro. Justamente por ser incrustante e avançar com vontade, plante numa rocha isolada ou numa borda, senão ele toma conta do aquário. É pacífico, mas pode ser ferido por corais mais agressivos (LPS e anêmonas) que cheguem perto.
Luz de moderada a forte realça o verde; fluxo de médio a forte mantém os pólipos limpos e bem abertos. Aceita desde a base até o topo da rocha. Sob luz fraca, a cor empalidece e o crescimento desacelera.
Vive principalmente da fotossíntese feita pelas zooxantelas que abriga. Um complemento semanal de microplâncton ou comida fina ajuda no crescimento, mas não é obrigatório para mantê-lo saudável.
Vendido como starburst ou star polyp, já foi chamado de Clavularia e de Pachyclavularia; hoje a ciência o classifica em Briareum, um ótimo exemplo de como a taxonomia dos corais ainda muda, cada vez mais guiada por DNA. No mais, é resistente e longevo; para conter o avanço, basta aparar ou lascar as bordas da esteira.
Os fatos biológicos são conferidos em base científica; manejo e compatibilidade são curadoria da Mucuripe (orientação geral, não lei).