Um baiacu pequeno e cheio de personalidade que observa o aquário com olhos curiosos. Bonito de ver, mas com bico afiado e hábito de beliscar.

Orientação geral; o temperamento individual varia. Clique num vizinho do grafo para abrir a ficha dele.
O corpo branco perolado é marcado por quatro selas escuras no dorso, que lembram um cavalo selado e dão nome ao peixe. Por cima desse desenho, linhas e pontos azulados e amarelos cobrem a cabeça e a região das nadadeiras. É um peixe compacto e arredondado, que nada devagar usando as nadadeiras peitorais.
Pede um aquário maduro de pelo menos 115 litros, com rochas e frestas onde possa explorar e se abrigar. Adapta-se bem à vida em cativeiro e logo passa a reconhecer quem cuida dele. Mantenha a água estável, pois baiacus são sensíveis a oscilações de qualidade.
Aceita uma dieta variada de itens carnudos como mexilhão, camarão, lula e rações preparadas para marinhos. Oferecer alimentos com casca dura, como pequenos moluscos, ajuda a desgastar o bico, que cresce continuamente. Alimente em pequenas porções ao longo do dia.
Como todo baiacu, acumula uma toxina natural e nunca deve ser manuseado nem assustado sem necessidade. O bico forte pode beliscar corais moles, alguns corais duros e invertebrados como camarões e caramujos. Por isso entra em aquário de recife apenas com cautela e observação constante.
Tem temperamento semiagressivo e pode perseguir companheiros lentos ou de nadadeiras longas, que viram alvo de mordidas. Costuma se dar melhor sozinho da sua espécie, a menos que o aquário seja amplo. Convive bem com peixes ágeis e de porte parecido.
Os fatos biológicos são conferidos em base científica; manejo e compatibilidade são curadoria da Mucuripe (orientação geral, não lei).