O Chalice cresce em placas incrustantes de cores intensas e bocas que parecem pintadas. É um dos corais LPS mais colecionados pela variedade de padrões.

Orientação geral; o temperamento individual varia. Clique num vizinho do grafo para abrir a ficha dele.
Forma placas que acompanham a rocha, com superfície coberta de bocas salientes chamadas de olhos. As cores misturam vermelho, verde, laranja e azul, muitas vezes com a boca de tom diferente do corpo. Cada exemplar tende a ter um padrão único.
Gosta de uma posição estável onde possa se espalhar pela rocha aos poucos. Deixe espaço ao redor, porque alguns Chalices desenvolvem tentáculos varredores que ferem corais vizinhos durante a noite. Cresce devagar, então tenha paciência com a colônia.
Prefere luz moderada, nem fraca demais nem intensa demais, para manter a cor sem branquear. O fluxo deve ser suave e indireto, o suficiente para limpar detritos da superfície. Em luz muito forte as cores podem desbotar.
Faz fotossíntese pelas zooxantelas, mas responde muito bem a alimento extra. Ofereça pequenos pedaços carnudos ou comida em pó para corais, de preferência à noite, quando os pólipos estão expandidos. Alimentar com cuidado acelera o crescimento e realça as cores.
Mantenha cálcio e alcalinidade estáveis, pois oscilações estressam o coral. Vigie a borda da placa em busca de tecido recuando, sinal de luz ou fluxo inadequados. Respeite a distância dos vizinhos por causa dos tentáculos varredores.
Os fatos biológicos são conferidos em base científica; manejo e compatibilidade são curadoria da Mucuripe (orientação geral, não lei).