O mais adaptável dos palhaços: resistente, ativo e o recordista em anêmonas, hospeda mais espécies que qualquer outro. Territorial com a idade.

Orientação geral; o temperamento individual varia. Clique num vizinho do grafo para abrir a ficha dele.
Corpo escuro, do marrom ao quase preto, com duas faixas brancas verticais e cauda amarela (às vezes esbranquiçada). É o palhaço mais variável: a coloração muda bastante conforme a região de origem. Também é o maior dos palhaços comuns, chegando a cerca de 15 cm.
O mais robusto e adaptável da família, o que o torna ótimo para quem está começando. É ativo e nada o tempo todo. Em compensação, é territorial e fica mais brigão com a maturidade, sobretudo a fêmea: dê espaço, evite peixes muito tímidos e mantenha só uma espécie de palhaço por aquário.
Aqui ele é imbatível: hospeda em cerca de 10 espécies de anêmona, mais que qualquer outro palhaço (da anêmona-bolha às Heteractis e Stichodactyla). É o palhaço mais fácil de ver formando a simbiose no aquário. Ainda assim, vive perfeitamente sem anêmona.
Onívoro voraz e sem frescura: aceita ração de qualidade, mysis, artêmia e congelados, com um complemento vegetal. Come com gosto, o que simplifica a manutenção.
Hermafrodita protândrico, com a reversão de macho para fêmea completada em poucos meses. Põe ovos demersais aderidos ao substrato perto da toca e o macho os guarda e ventila. Reproduz em cativeiro; criar os alevinos exige tanque à parte e alimento vivo.
Os fatos biológicos são conferidos em base científica; manejo e compatibilidade são curadoria da Mucuripe (orientação geral, não lei).