Talvez o peixe mais lindo dos recifes, com cores que parecem pintadas à mão. Lindo e pacífico, mas exige um aquário maduro e cheio de microfauna viva para se alimentar.

Orientação geral; o temperamento individual varia. Clique num vizinho do grafo para abrir a ficha dele.
O corpo verde é coberto por linhas onduladas em laranja, azul e amarelo, num desenho que lembra um quadro. Cada exemplar tem um padrão único, como uma impressão digital. Nada em movimentos suaves, quase pairando entre as rochas.
Só deve ir para aquários maduros, com pelo menos seis meses a um ano de funcionamento e muita rocha viva. Um refúgio com copépodes vivos faz toda a diferença para mantê-lo bem nutrido. Recomendamos aquários a partir de 150 litros bem estabelecidos.
Na natureza, passa o dia inteiro caçando pequenos crustáceos chamados copépodes entre as rochas. No aquário, esse é o maior desafio: muitos recusam ração e dependem da microfauna viva disponível. Com paciência, alguns exemplares aprendem a aceitar alimentos congelados, mas isso não é garantido.
Totalmente pacífico, nunca incomoda outros peixes e é seguro para qualquer recife. Move-se devagar, ciscando o substrato e as rochas o tempo todo em busca de comida. Por ser lento, pode ter dificuldade de competir por alimento com peixes agitados.
A maior causa de morte deste peixe é a fome lenta em aquários sem microfauna suficiente. Nunca o leve para um aquário novo ou pequeno demais. Honestamente, é um peixe para aquaristas pacientes e com um sistema já bem amadurecido.
Os fatos biológicos são conferidos em base científica; manejo e compatibilidade são curadoria da Mucuripe (orientação geral, não lei).