Uma versão compacta dos peixes-leão, com barbatanas em leque que parecem asas. Imponente e fascinante, mas com espinhos que pedem respeito.

Orientação geral; o temperamento individual varia. Clique num vizinho do grafo para abrir a ficha dele.
Exibe listras vermelhas, marrons e brancas e grandes barbatanas peitorais abertas como leques. Quando estende as nadadeiras, lembra um leque de penas flutuando na água. É menor que os peixes-leão comuns, daí o apelido de anão.
Adapta-se bem a aquários a partir de 200 litros, com rochas e cantos sombreados para descansar. Gosta de iluminação moderada e de um ambiente calmo, sem peixes muito agitados. Passa boa parte do dia parado e fica ativo ao entardecer.
É carnívoro e caça peixes pequenos e camarões, engolindo a presa de uma só vez. No aquário, o ideal é desmamá-lo para alimentos congelados como camarão, mexilhão e peixe em pedaços. Pode ser oferecido com pinça para estimular o aceite.
É semiagressivo e tranquilo com peixes grandes demais para serem comidos. Caça de emboscada, aproximando-se devagar antes do bote rápido. Convive bem com companheiros de bom porte e temperamento parecido.
Possui espinhos dorsais venenosos que causam dor forte e exigem cuidado total no manejo. Não ataca corais, mas come peixes e camarões pequenos, por isso entra como cautela em recifes. Nunca coloque a mão no aquário sem atenção à posição dele.
Os fatos biológicos são conferidos em base científica; manejo e compatibilidade são curadoria da Mucuripe (orientação geral, não lei).