O clássico zoanthus de colônia, daqueles que formam tapetes coloridos cheios de bocas abertas. Forte, adaptável e perfeito como primeiro coral do aquário.

Orientação geral; o temperamento individual varia. Clique num vizinho do grafo para abrir a ficha dele.
Cada pólipo é um disco circular cercado por tentáculos curtos, com centro e bordas em cores contrastantes. As colônias costumam misturar tons de verde, laranja e marrom. Juntos, formam um tapete vivo que cobre a rocha.
Cresce rápido e fecha espaços vazios da rocha com facilidade. Por isso pode ser semiagressivo, avançando sobre corais vizinhos quando bem alimentado. Deixe uma margem livre ao redor para controlar a expansão.
Adapta-se bem à luz moderada e mostra as cores mais intensas nessa faixa. O fluxo deve ser moderado, ajudando a manter os pólipos limpos e abertos. Evite correntes fortes apontadas direto na colônia.
Vive bem só com a luz, graças às algas dentro de seus tecidos. Ainda assim agradece pequenos alimentos carnudos, como fitoplâncton e partículas finas. Refeições ocasionais aceleram a formação do tapete.
Zoanthus pode conter palitoxina, uma toxina perigosa ao contato. Manuseie sempre de luvas, nunca leve as mãos a olhos ou boca e jamais ferva ou raspe a colônia a seco. Acompanhe o crescimento para que não cubra outros corais.
Os fatos biológicos são conferidos em base científica; manejo e compatibilidade são curadoria da Mucuripe (orientação geral, não lei).